Quem quer um storage grátis?
Quer criar uma camada de storage definido por software, utilizando hardware commodity de servidores já existentes no datacenter para criar uma camada de armazenamento sem hardware dedicado?
Quer criar uma solução hiperconvergente (mais informações aqui)?
E que tal um storage que pode fazer mais de 10.000 milhões de IOPS usando servidores x86?
A EMC está oferecendo o ScaleIO, ILIMITADO e SEM RESTRIÇÕES. Só clicar no link, fazer download e usar: http://www.emc.com/storage/scaleio/index.htm
E para completar a solução, você pode baixar uma controladora de software para gerenciar todo o seu ambiente de armazenamento (baseado em ScaleIO, ou storages tradicionais da EMC ou de outros fabricantes como NetApp, HP, IBM, etc).
O CoprHD, disponível sem custo aqui, é a versão software-livre do ViPR. (por exemplo, pense no Fedora, a versão livre do RedHat Enterprise Linux)
Obs: Para o CoprHD, diferentemente do ScaleIO, a EMC está liberando o código do produto, dentro do MPL 2.0 (https://www.mozilla.org/MPL/), ou seja, se quiser pode escrever código e complementar alguma funcionalidade do produto, que seja particular ao seu ambiente!
Livro GRÁTIS: Migrating to Cloud-Native Application Architectures
Muito tem se falado sobre a Terceira Plataforma, TI Bimodal, DevOps, mas ainda são termos recentes e que muitas vezes ainda são difíceis de serem contextualizados ou completamente entendidos por todos nós, profissionais de TI que vivemos a TI da Segunda Plataforma, de aplicações cliente-servidor.
A Pivotal está disponibilizando de forma gratuita o livro Migrating to Cloud-Native Application Architectures, explicando um pouco dessa transformação do modelo de desenvolvimento de aplicações. Assim como o próprio conceito de DevOps, essa é uma leitura para todos os profissionais de TI - desenvolvedores ou não.
Vale a leitura: http://pivotal.io/platform-as-a-service/migrating-to-cloud-native-application-architectures-ebook
EMC World vLabs
Esse post não é para falar das novas tecnologias anunciadas no EMC World (para isso teremos outros posts – não esqueça de se cadastrar para acompanhar o blog por email ou RSS).
Esse post é para falar sobre os vLabs – laboratórios virtuais para os participantes do EMC World testarem na prática todas as tecnologias da EMC.
Esse ano foram mais de 3.000 vLabs!!!
Apesar de não mostrarem necessariamente tendências para o futuro das empresas, eles dão uma ideia dos principais temas de interesse dos participantes do EMC World. E pra mim não foi nenhuma surpresa os líderes da lista:
- AFAs (All-Flash-Array) com XtremIO;
- SDDC (Software-Defined Data Center), com ViPR, NSX e ScaleIO;
- VMAX & VNX - afinal, é um evento da EMC :)
- Data Protection
- HyperConverged Infrastructure com VSPEX Blue
- Integração com VMware e Openstack

O vLabs ficam disponíveis durante TODO O ANO, 24x7 e SEM CUSTO. Se você é um parceiro EMC, acesse http://portal.demoemc.com / Se você é um cliente EMC fale com o seu representante.
Visões do Gartner Data Center Conference
No começo de abril, tivemos em São Paulo a Conferência Gartner Data Center, Infraestrutura e Operações de TI.
Esse texto é sobre as principais mensagens trazidas pelo Gartner:
1. TI BIMODAL, com modo 1 sendo a TI tradicional e o modo 2 sendo a TI voltada a inovação.
Em resumo:
- Modo 1 é onde rodam os sistemas de registro e de manutenção das operações. Aqui ficam os bancos de dados, aplicações e web servers tradicionais, altamente dependentes de resiliência de infraestrutura.
- Modo 2 é onde rodam seus sistemas de inovação e diferenciação da concorrência. Aqui ficam as aplicações desenvolvidas em PaaS, com microservices, containers, stateless run e com resiliência nativa da aplicação ou da plataforma.
- Chama-se BIMODAL, por serem quase duas TIs totalmente distintas. Com distintos requisitos de governança, infraestrutura, modelo e arquitetura de aplicações.
- Criar esse ambiente de inovação rápida é fundamental para a sobrevivência das empresas, mas pela razão escrita acima, boa parte das empresas vai falhar na sua tentativa de implementar a TI BIMODAL
O
IDC cobre o mesmo tema, mas com uma nomenclatura diferente, referindo-se a
SEGUNDA e TERCEIRA plataforma. Acho que vocês já viram esse gráfico aqui:
2) OSS (Open Source Software) vai crescer e se tornar uma parte importante e estratégica da TI corporativa (muito alinhado ao MODO 2). Os principais pontos
- Por que? Evitar o VENDOR LOCKIN e REDUZIR CUSTOS
- OSS não é sinônimo de Software Grátis. Apesar destes terem distribuições sem custo, as empresas devem optar pelas distribuições pagas com suporte dos vendors
- Para os vendors de tecnologia isso vai trazer um desafio financeiro, forçando-os e evoluir como “Software Providers”
3) Decisões de arquiteturas devem ser feitas baseadas em TCO, ao invés de considerar simplesmente o preço de aquisição. Por exemplo, quando falamos de um servidor básico, o SO é responsável por apenas 25% do custo total desse servidor. A maior fatia, 50% fica com custo de pessoal para administrar esse servidor. Com isso será que vale a pena optar por um OS com licença mais barata, mas que seja mais difícil (ou caro) encontrar mão-de-obra para administrá-lo? (não é uma pergunta retórica, já que a resposta pode variar para cada empresa. A pergunta é apenas para conscientizar da importância desse tipo de análise). O mesmo vale para todo o stack da TI, como aplicações, bancos de dados, e até mesmo cloud.
4) Cuidado com o “BYO - Faça você mesmo”. (ligado também a questão de TCO). Sempre existe uma “escala mínima” para compensar BYO. Isso vale para tudo, desde construir um datacenter até construir seus próprios servidores – mas a escala muda, dependendo do que se está analisando. Você não é o Google ou Facebook, então pare de tentar fazer igual a eles. (ok, eu admito que essa última parte é “interpretação extensiva” minha)
5) O futuro do datacenter passa por Software-Defined Data Center e Integrated Systems
- SDDC vai permitir o surgimento de novas arquiteturas como a HYPERCONVERGENTE (já abordada em outro blog meu).
- SDDC vai permitir a redução da complexidade operacional do datacenter, reduzindo o TCO.
- Integrated Systems vai permitir a redução da complexidade de toda a cadeia de TI (arquitetura, aquisição, operação e suporte), aumentando SLAs e reduzindo o TCO. O Gartner também mostrou seu quadrante mágico:
6) O preço da nuvem pública vai continuar caindo, obrigando os fornecedores (e as equipes de TI) a serem mais criativas
7) IoT vai crescer, impulsionar ainda mais Big Data, e trazer novos desafios para a TI.
8) As empresas devem buscar reduzir custos de I&O (Infrastructure & Operations). (também para permitir aumentar investimentos na TI MODO 2).
7) IoT vai crescer, impulsionar ainda mais Big Data, e trazer novos desafios para a TI.
8) As empresas devem buscar reduzir custos de I&O (Infrastructure & Operations). (também para permitir aumentar investimentos na TI MODO 2).
Discussão sobre Infraestrutura Convergente
Infraestrutura convergente - ou na sigla em inglês CI (Converged Infrastructure) – tem ganhado interesse do mercado, tanto de fornecedores de soluções quanto de gestores de TI. Uma prova disso é a estimativa do IDC do crescimento vertiginoso desse tipo de solução, formando um mercado de quase 18 bilhões de dólares até o final de 2016. Isso significa que uma parcela significativa da infraestrutura dos datacenters será convergente.
E como todo conceito/termo (relativamente) novo, CI ainda está em formação, evoluindo a cada dia. Além disso, sempre existirão discussões sobre como o produto X ou Y deve ser classificado... haja visto, por exemplo, que há mais de uma década se discute sobre definição de storages highend e midrange :)
Aviso: a partir daqui é a minha interpretação do que tenho visto no mercado com relação a CI.
Para começo é preciso saber que existem vários tipos de Infraestrutura Convergente. Da figura abaixo, os 3 tipos de esquerda (em contorno azul) são mais tradicionais/antigas, já mais consolidadas no mercado. As da direita, em cinza, são as mais inovadoras.
A variedade dos tipos de CI, reflete a complexidade das empresas e da TI moderna que precisa suportar diversos tipos de sistemas e aplicações. (sem falar da mudança que TI está sofrendo entre P2 e P3, mas isso é assunto para outro post)
Com isso cada tipo de CI tem seu uso mais indicado, com seus prós e contras.
Além de todos os aspectos mencionados, existem mais 2 pontos importante de serem comentados:
1) Arquiteturas “Hyper-Convergentes”: São arquiteturas que usam caixas (servidores) com camadas de softwares para fornecer os componentes de uma infraestrutura (processamento, armazenamento e rede). A descrição se assemelha ao “Common Modular Building Blocks”, porquê esse tipo de CI demanda uma arquitetura hyper-convergente, mas uma arquitetura hyper-convergente pode existir dentro de outros tipos de CI, como “Integrated Reference Architecture” e “Integrated Infrastructure”. Por isso o modelo hyper-convergente é um sub-tipo para arquitetura de TI.
2) BYO (Build Your Own) ou Faça Você mesmo é quando a TI decide montar sua própria infraestrutura convergente. Nesse caso, o que o time da TI fez foi montar uma infra tradicional, não-convergente.
Mas para complicar um pouco mais as coisas: uma empresa não pode montar uma arquitetura BYO hyper-convergente (usando por exemplo, vSphere, ScaleIO ou VSAN e NSX)? Claro que pode, mas não teria nenhum dos aspectos de simplicidade, suporte, etc que eu mencionei assim. Essa arquitetura teria os mesmos prós (total liberdade de escolha e flexibilidade) e contras (alta complexidade operacional) de uma implementação tradicional de infraestrutura. Por isso que eu disse que hyper-convergente é apenas um sub-tipo para arquiteturas de TI e não um modelo de CI. Talvez de arquiteturas “hyper-convergentes” fossem chamadas de arquiteturas “completely software-defined”, teríamos menos confusão de nomes.
Em resumo, CI vai mudar a forma de TI montar sua infraestrutura, é importante entender os modelos, os players (Gartner e IDC já tem estudos sobre o tema) e montar a sua estratégia!
VSPEX Blue
No ano passado eu escrevi aqui sobre o anúncio de arquitetura hyper-convengente da VMware, o EVO:RAIL.
Esse ano, durante do VMware Partner Exchange, a EMC anunciou o VSPEX BLUE. Appliance hyper-convergente baseado na tecnologia do EVO:RAIL.
O principal valor do VSPEX Blue é a simplicidade! Compra, instalação, operação e suporte são simplificadas ao máximo! Por exemplo, toda a configuração feita através de wizards e em 15 minutos o appliance já está pronto para receber a primeira VM! Isso faz o EVO:RAIL (e por consequência o VSPEX BLUE ideal para pequenas/médias empresas ou para escritórios remotos)
Os detalhes de hardware do appliance são muito similares entre todos os fornecedores que seguem a matriz do EVO:RAIL, por isso a EMC investiu em tecnologias de software para diferenciar o VSPEX Blue:
- Integração ao EMC Secure Remote Services (ESRS). Mesmo sistema utilizado por toda a nossa linha de storage, que permite ao appliance reportar automaticamente falhas e permite ao suporte EMC tomar ações proativas de reparo dos equipamentos. Com base em pesquisa feita com clientes EMC que usam ou não o ESRS, identificou-se que o ESRS aumenta a disponibilidade média dos sistemas em 15%, além de permitir um tempo de resposta do suporte até 5x mais rápido
- RecoverPoint for VM, totalmente integrado ao kernel no VMware, permite a replicação individualizada de VMs entre localidades distintas e recuperação simplificada das VMs.
- Integração com vSphere Data Protection Advanced (VDPA), baseado em tecnologia Avamar, permite backup das VMs e de algumas aplicações utilizando algoritmos de desduplicações extremamente eficientes, podendo utilizar como repositório dos dados um appliance Data Domain local ou remoto.
- CloudArray: é a solução da EMC que permite, através de uma camada de cache inteligente, o uso de storage em nuvem (Amazon, Google, Azure, entre outros), como storage tradicional CIFS, NFS ou iSCSI.
- VSPEX Blue Marketplace: mesmo conceito de uma Google Play ou Apple App Store. É uma aplicação que permite aos clientes comprarem soluções aderentes do VSPEX Blue, sendo estas da EMC ou de parceiros homologados.
- VSPEX Blue Manager: gerenciador que junta tudas as funcionalidades do VSPEX Blue em uma console simples e fácil.
O resultado fial é esse :) -
Para mais informações, acesse http://www.emc.com/vspex e https://community.emc.com/community/partner/vspex/vspexplus
Se quier saber mais sobre Infraestrutura Convergente, esse post vai te ajudar!
Apresentação no VMware Forum 2014
Mais uma vez foi uma honra poder representar a EMC e fazer uma apresentação no VMware Forum desse ano. Foi também um desafio fazer essa apresentação para toda a plenária, logo na sequência do keynote no Chris Wolf (CTO da VMware).
Para aqueles que não conseguiram ir no VMware Forum desse ano:
A mensagem da VMware foi sobre transformação e flexibilização da TI (Liquid IT) e como o Software-Defined Datacenter pode ajudar a TI moderna a se adaptar e responder mais rapidamente as necessidades do negócio.
Por coincidência - para aqueles que acreditam que isso existe :) - eu falei sobre como a 3a plataforma tem transformado o negócio das empresas (Software-Defined Enterprises), o desafio da TI em acompanhar a velocidade com que as áreas de negócio estão mudando e a oportunidade da TI ser um agente de inovação para a empresa.
Por fim, expliquei como as empresas podem usar a Nuvem Hibrida para vencer alguns desses desafios e como o EHC (EMC Hybrid Cloud) pode ser usado para evitar que as empresas caiam em armadilhas comuns em implementações de Cloud, como essas aqui.
Essa foi a apresentação que eu usei:
Infelizmente não posso compartilhar abertamente a demonstração feita pelo Marcelo Vieira, mas quem quiser ver algumas demos muito legais, basta acessar aqui.
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